A Bolsa de Valores é um mercado onde as empresas podem vender ações (uma pequena parte de sua empresa) para o público em geral. É o ambiente de negociação onde os investidores podem comprar e vender diferentes investimentos.
Vamos pensar em uma barraca de limonada… As vendas da barraca x estão indo super bem e o dono quer expandir seus negócios: mais opções de suco, mais funcionários, outras lojas… Ele tem algumas opções: ou tomar dívidas – que não é muito bem o que ele quer – ou ele pode vender participação do seu negócio.
O dono resolve oferecer ações que representam parte do seu negócio na bolsa. Com isso ele consegue dinheiro para fazer o seu negócio crescer. Quanto mais a rede de barracas de limonada cresce, mais o valor do negócio aumenta e maior se torna o valor da ação.
Isso, junto com a possibilidade de conseguir lucrar com os dividendos, atrai novos acionistas. E é assim que funciona.
Pessoas comprando e vendendo pequenos pedaços de empresas a partir daquilo que elas acreditam e dos números que veem.
Os preços de ativos negociados na bolsa variam, já que estamos investindo na renda variável. Eles estão sempre mudando, e o preço que você compra uma ação hoje pode ser completamente diferente do que você poderia vendê-las amanhã.
Chamamos isso de volatilidade.
A qualquer momento, o preço de uma ação é determinado por essa interação entre compradores e vendedores. Lembra que aprendemos demanda e oferta?

Com o tempo, o preço de uma ação muda à medida que a dinâmica entre compradores e vendedores muda. Se surgirem notícias que deveriam ser positivas para os lucros de uma empresa, os compradores de repente estarão dispostos a pagar mais pelas ações de uma empresa, e seu preço deverá subir. O inverso acontece quando surgem notícias negativas.
Quando a volatilidade é menor, os movimentos do mercado são menores e mais suaves. E quando o mercado vira uma montanha russa, os investidores dizem que a volatilidade é alta.
Mas, na maioria dos casos, se você souber do risco que está envolvido e tiver paciência para esperar que os preços se estabilizem, estará preparado para enfrentar qualquer vai e vem.
Em geral, os investimentos são mais arriscados. E o que aprendemos sobre investimentos mais arriscados? O potencial para uma recompensa maior.
Como quase tudo na vida, sempre: concentre-se primeiro nos fundamentos e construa uma base financeira sólida antes de decolar em atmosferas nas quais você não está equipado para navegar.
Como investir na Bolsa de Valores?
Mas como esse mercado funciona? É uma feira? É um lugar?
A negociação dos ativos ocorre no home broker, um ambiente virtual da bolsa de valores em que é possível colocar ordem de compra e venda de ativos pelo preço desejado.
Esse ambiente pode ser acessado pela corretora de valores durante o período de pregão para que ele possa comprar seus ativos e investir.
A intermediação das negociações em bolsa é feita pela corretora de valores, através da qual ocorre a compra e venda de ativos.
Mas vale notar que o dinheiro investido não está atrelado à corretora: é possível fazer transferência de custódia para outra instituição caso o investidor assim deseje.
No Brasil, a Bolsa de Valores é chamada B3 e é supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Quando uma empresa ou investidor descumpre alguma das regras, fica sujeito à investigação do órgão.
Comparação com o Mercado Imobiliário:
Assim como no mercado imobiliário, o mercado de ações também envolve a compra e venda de ativos. No mercado imobiliário, as casas são listadas para venda a um preço inicial, e os compradores negociam o valor diretamente com os vendedores ou agentes imobiliários. À medida que a demanda por casas em uma área específica aumenta, os preços das casas neste local tendem a subir. Se a oferta superar a demanda, os preços podem cair.
Em resumo, a bolsa de valores é como um mercado dinâmico onde investidores compram e vendem ativos financeiros, enquanto no mercado imobiliário, os compradores e vendedores interagem de forma mais direta para negociar propriedades. Ambos os mercados são influenciados por fatores como oferta e demanda, notícias econômicas e comportamento dos investidores ou compradores.
Incorporadoras listadas na bolsa
Diversas empresas do ramo imobiliário estão listadas, assim como a Mitre (MITRE3), Cyrela (CYRE3), Alphaville (AVLL3), Ezetec (EZTC3) e tantas outras que estão listadas na B3, são exemplos de empresas de capitais aberto e que podem ter seus papeis comercializados na bolsa de valores.
Me conta, você já investe na bolsa?
